O que a publicidade tem a ver com a filosofia, e vice-versa?
Na filosofia, aprendemos a questionar o mundo e a estudar a existência, o conhecimento, e também a linguagem.
Nós nos comunicamos de maneira única, como nenhum outro animal. Somos racionais, podemos refletir, tomar decisões de acordo com a história e de acordo com a nossa ética.
Na publicidade difundimos ideias relacionadas a produtos, marcas e a empresas, visando a venda, o lucro.
A filosofia e a publicidade são parecidas, estão presentes em diversas áreas do conhecimento, questiona para gerar uma compreensão de algum assunto, determina-se uma solução, analisada por meios de ‘relatórios’ para saber se a ‘resposta’ foi correta para o questionamento. Isso tudo sem deixar de mencionar as pesquisas, análises e reflexões sobre o tema tratado, a filosofia faz isso, a publicidade também, e na última é chamada de brainstorm.
Como não estamos na época de Sócrates, o mundo é do consumo, da informação. Hoje, usa-se técnicas filosóficas de reflexões para gerar o consumo de determinada marca, como podemos ver em três cases com a mesma ‘técnica’.
A primeira é de um filme criado pela DPZ, em 2007, para o Itaú Personnalité que questiona ‘O que é essencial para você?’.
A segunda é de uma campanha criada pela Africa para o Pão de Açúcar, que questiona ‘O que faz você feliz?’.
Fechando, temos uma outra campanha, dessa vez criada pela Taterka para a Natura, relacionado ao perfume masculino Kaiak que questiona: “O que move você?”.
Ambas campanhas publicitárias utiliza questionamentos e fazem também o uso do pronome pessoal na segunda pessoa, você. Tudo isso, deixa as ‘peças’ mais envolventes e traz o público para a marca como se o que te movesse fosse o Kaiak, o que te faz feliz é o Pão de Açúcar e o que é essencial pra você é ter seu dinheiro no Itaú Personnalité.
Questione.
Construindo a minha biografia… Encontrando com um dirigente partidário que já foi candidato a vereador em minha cidade (Maricá) e obteve cerca de 20 votos, ele me disse que sou jovem, que tenho que construir minha biografia…
Aí está parte da minha… Faltou mais 2 da NASA, o crachá do ‘Lei Seca Maricá’ e minha certidão de matrícula na Universidade Estácio de Sá…
São 18 anos de muito estudo, muita luta, muitas conquistas…
Um dia disseram que eu não podia fazer algo, provei que posso, até sem me esforçar. Um dia me falaram que eu não era capaz de realizar certa façanha. Realizei.
Já duvidaram que eu conseguiria mudar algo na sociedade, que políticos são iguais. Provei que não são iguais e consegui realizar algumas mudanças sim.
Há pessimistas, há realistas mas também há anarquistas, que reprovam tudo, todos… tudo é errado, nada é certo. Se mate.
Realizei a prova do ENEM, sem me preparar sequer 1 hora para o exame. Me inscrevi para o SiSU e o PROUNI, ao qual fui chamado pela Universidade Estácio de Sá para cursar Publicidade e Propaganda na referida instituição privada de ensino superior.
Filho de vendedora autônoma e técnico em telecomunicações também autônomo, agora, me torno um universitário, estudante de comunicação social, mais especificamente Publicidade e propaganda.
Minha área? A maioria diz que sim. Tenho um site de notícias, além de ter mantido um site de compras coletivas, onde, o maior objetivo era promover as empresas por meio da publicidade e marketing, porém, como os empresários e empreendedores da cidade de Maricá não estão nem aí para suas empresas, o site está ‘hibernando’, até que, seja despertado por alguém que saiba o seu verdadeiro potencial.
A comunicação deve ser entendida como a sociedade, a dar publicidade é tornar público, dar visibilidade a algo que existe (ou não).
Agora, universitário, especialista em redes e TI pela Microsoft, empreendedor, ambientalista, agente transformador da sociedade, jornalista amador e blogueiro. João Henrique dos Santos Jorge está predisposto a continuar sua longa carreira publicitária, tornando a criatividade uns dos ingredientes na receita para o sucesso.
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E chega o tal ano 2012, tão falado nos filmes sobre o fim dos tempos… balela.
Andei pesquisando sobre a profecia maia e nada fala sobre o fim dos tempos, apenas sobre o fim de um ciclo e o início de outro. Assim acredito e afirmo que é o começo do sucesso, não de um sucesso meu apenas, mas sim de nós, do coletivo que se preparou e lutou pra isso.
Esse é o ano de me preparar para o novo ciclo, o futuro. Tracei algumas metas a serem cumpridas que prefiro não compartilhar, anotações que desde 2009 eu faço e vejo o quanto eu trabalhei para alcançar as metas e conseguir o que eu quis.
2011 foi um ano de muu(…)uuitas conquistas, no lado profissional, pessoal, amoroso e material. Fiz concursos, estudei, militei, trabalhei. De publicitário há dono de casa, e posso dizer que valeu à pena. Conheci gente novo, trabalhei em evento, fiz matérias, tirei fotos e curti muito uma praia em Itaipuaçu.
2012 será aquele ano que eu vou chegar em 2013 e falar: ” - Não poderia ter sido melhor.” Vou aproveitar tudo, abraçar todos que eu gosto, curti os amigos, planejar, abrir a empresa, realizar trabalhos, crescer, estudar, concursar, beber, beijar, amar… afinal, 2012 é o ano.
Com 366 dias, ano bissexto, aproveitarei muito mais esse 1 dia a mais em nosso calendário.
Quem vive de sonhos é padeiro. Quem vive de promessas é santo. Sejamos mais realistas…
Hoje, 13 de Dezembro de 2011 foi-se uma querida, mesmo não sendo humana, ela me ensinou muita coisa, de diversas formas em diversos momentos.
Sacha. Seu nome deriva de um atributo à filha da Xuxa, pois nasceu no mesmo mês. Não fui eu que dei o nome. Ela chegou ao meu colo com 45 dias de vida. Veio do Morro do Alemão, onde a dona deu para uma vizinha doar para alguém de Maricá.
Irmã de outros 4 ou 5, sacha foi a última a deixar o mundo físico, com 13 anos de idade, a vira-lata do morro deixou ‘um legado’ para mim.
Foram 13 anos dos meus 17 atuais na presença dela. Tristezas e alegrias vividas juntos. Sacha já foi minha cobaia (Sim), mas também minha companheira.
Desde meus 4 anos de idade eu cuido dela, trajetória que ela, mesmo não sendo um humano, me mostrou que na vida não precisa ser perfeito, não precisa ser de raça, não precisa ter pedigree para viver bem e bastante.
Me mostrou que é preciso ficar de pé para se alcançar o que se deseja (Sim, ela ficava de pé para pegar os biscoitinhos), não precisa ter ‘pedigree’ para viver bem (Sim, ela comia comida de gente, guloseimas, etc.).
É preciso ter FORÇA. Isso, por diversas vezes ela nos mostrou, em crises de doenças crônicas, chegando a não andar em diversos momentos, mas, com força, ela se recuperou (Lógico, com nossa ajuda).
Foi incrível! Me lembro como se fosse ontem dela no meu colo, e eu me identificando de primeira vista, no primeiro abraço, no primeiro cheiro.
” - É ela!”, disse eu quando a peguei.
Foram ‘longos’ treze anos ao qual ela fez parte da minha vida, mais do que uma cadela, ela foi minha companheira. Mesmo quando velha, onde não ficava ‘de pé’ nem brincava mais comigo.
Ela me mostrou que as ‘pessoas’ amadurecem, mas continuam com o brilho no olhar de quando eram crianças, tornando verdadeiro o ditado de que a esperança é a última que morre.
Ela me deixou, mas me deixou esses ensinamentos ao qual apenas ela poderia deixar, mesmo não falando.
Ao decorrer da vida eu vou levando mais à sério a frase: “Quanto mais conheço o ser humano, mais amo o meu cachorro.”
Sacha, sempre na minha vida!
✰ 1998
✝ 2011
Não sou o que visto nem o que uso
Me comparar à isso é no mínimo, idiotice.
Sou o que faço, não o que tenho
O que eu tenho, posso perder
O que eu sou, não perderei
Nem me desvirtuarei, por
uma simples noite, ou quiçá
Por algum momentos que um dia
Poderei arrepender-me.
— João Henrique Jorge
Encaremos a vida com seriedade e lucidez. Mas não esqueça de viver. — João Henrique Jorge